22 de julho de 2014
17 de fevereiro de 2014
23 de junho de 2013
Poema: "Alegria de Viver"
Alegria de Viver
O
sentido do existir
Ser
vista é o que de fato ensina
Uma
pessoa a gostar de si
Os
olhos da criança
Que
aprende a se aceitar
Se
enchem de esperança
Ganha
força o caminhar
Num
gesto de gratidão
E
intensa felicidade
Irradia
o coração
A luz
da fraternidade
O dia
que chega é bem-vindo
Com
música, cor e esplendor
E
apesar de cada espinho
Triunfa
o perfume da flor
Mas se
o colo que encontrastes
Trazia
nos olhos a dor
Encontrarás
resgate
Num
abraço reparador
Supera
a tua clausura
Levanta,
trabalha e anda
Pois
não existe noite escura
Que
resista à menor chama
Sorria,
abrace e sinta
No
crescer do teu labor
Que a
vida só é VIDA
Se
amparada pelo AMOR.
(Wagner
Lugate)
22 de junho de 2013
15 de junho de 2013
10 de junho de 2013
Livro "O desenvolvimento infantil de 0 a 6 e a vida pré-escolar"
Esta obra é resultado de trabalhos que tenho feito na área de educação infantil desde 2001. Ela aborda o desenvolvimento em seus aspectos motores, cognitivos e afetivos. Traz sugestões de atividades pedagógicas adequadas a cada etapa do crescimento e reflexões sobre a aprendizagem, a agressividade, a autoestima e a relação educador/educando. Apresenta também uma proposta de intervenção junto a pais e educadores, com o intuito de qualificar aqueles que se ocupam da infância.
Boa leitura!
Boa leitura!
27 de fevereiro de 2013
Mensagens das Águas
Este vídeo relata a experiência do cientista japonês Masaru Emoto,
comprovando a ação dos nossos pensamentos e emoções sobre a nossa saúde.
É realmente impressionante!
5 de fevereiro de 2013
30 de janeiro de 2013
Tratamento da Depressão
Os avanços da ciência no campo da medicina e da psicologia, têm possibilitado que a cada dia mais recursos terapêuticos estejam disponíveis para o tratamento do Transtorno Depressivo. Citaremos aqui os principais recursos psicoterápicos, médicos e também aqueles considerados complementares.
PSICOTERAPIAS:
São os tratamentos que têm como foco as questões emocionais. Pelo fato de haver olhares distintos para o Ser Humano, existem também abordagens diversas para o tratamento psicológico. Entre as várias técnicas psicoterápicas, se destacam: a Psicanálise, com o olhar voltado para as questões inconscientes; a Terapia Cognitivo-Comportamental, dando ênfase aos pensamentos e comportamentos; a Bioenergética ou Terapia Corporal, enfocando os registros emocionais impressos no corpo; e a Terapia Transpessoal, com foco na expansão de consciência em relação à natureza espiritual do Ser.
Entre os principais pontos trabalhados na psicoterapia da Depressão, estão:
· baixa auto-estima
· isolamento
· culpa
· raiva
· desmotivação
· sentimento de inferioridade
· intolerância a frustrações
· narcisismo
· perdas
· identificação com pessoas deprimidas
· não aceitação de si e da vida
· sentimento de injustiça (vitimismo)
· carência / dependência
· falta de fé / desesperança
· ansiedade
· pensamentos negativos
· ressentimento / mágoa
· falta de sentido na vida
· sentimento de rejeição / abandono / desamparo
· obstrução do fluxo da energia vital
· respiração inadequada
INTERVENÇÕES MÉDICAS:
São procedimentos desenvolvidos a partir dos avanços da medicina, na tentativa de corrigir aspectos orgânicos envolvidos nos quadros depressivos.
Entre as principais intervenções médicas no tratamento da Depressão, estão:
· fototerapia
· terapia eletroconvulsiva
· estimulação magnética transcraniana
· estimulação do nervo vago
· homeopatia
· tratamento ortomolecular
RECURSOS COMPLEMENTARES:
São recursos terapêuticos também conhecidos como alternativos, que podem ajudar a melhorar as condições psicológicas e orgânicas do deprimido, potencializando os tratamentos convencionais.
Entre os recursos complementares, podemos citar:
· alimentação
· fitoterapia
· florais de bach
· atividade física
· banho de sol
· cuidados com a aparência
· estabelecer objetivos
· religião
· reiki
· acupuntura
· terapia reflexa
· exercícios de respiração
· choro
· riso
· leituras motivadoras
· música
· aromaterapia
· cromoterapia
· feng-shui
· contato com a natureza
· trabalho voluntário
É importante ressaltar que os recursos terapêuticos psicológicos, orgânicos e complementares apresentam melhor resultado quando trabalhados de forma associada, cuidando ao mesmo tempo, do corpo, da mente e da alma.
28 de janeiro de 2013
Psicólogo Uberlândia
Gostaria de informar aos amigos que seguem nossas publicações, que o Espaço Terapêutico Saúde Global tem agora um novo endereço, à Rua Dos Carrijos, 311 - Sala 16 - Bairro Saraiva, na cidade de Uberlândia / Minas Gerais (Mapa). Apesar das mudanças no espaço físico, permanece o forte propósito de produzir cada vez mais contribuições no campo da Depressão e da Ansiedade, como tem sido feito há 13 anos, seja através de cursos, palestras, atendimento psicoterápico, publicações ou mesmo de forma preventiva, com os grupos formados para acolher e orientar aqueles que se ocupam da infância. Contatos podem ser feitos pelo e-mail wagnerlpsi@yahoo.com.br ou pelos fones (34) 9106-9075 / 3084-1899. Abraços e muita Paz!
3 de dezembro de 2012
17 de setembro de 2012
29 de agosto de 2012
Felicidade: questão de postura
Este vídeo fala da importância de assumirmos a responsabilidade pela nossa felicidade.
6 de agosto de 2012
Livro "Depressão: corpo, mente e alma"

Agora está disponível a edição online do livro "Depressão: corpo, mente e alma", que publiquei em 2009, numa versão ampliada. Neste livro, o tema Depressão é abordado com ênfase em seus aspectos orgânicos, psicológicos e espirituais, ressaltando as possíveis causas e os principais recursos terapêuticos disponíveis, dados estatísticos e reflexões sobre a Alegria de Viver.
Boa Leitura!
4 de agosto de 2012
Poema "Alegria"
Alegria
Sempre vista num sorriso
Nos olhos cheios de brilho
Ela chega e contagia
Com toda suavidade
Transforma a infelicidade
Com encanto e simpatia
Uma aquarela de sentimentos
Trabalhados pelo tempo
Revela cor e harmonia
Sensação particular
Que dá vida e faz brilhar
A tela de cada artista
E não basta obter prazer
É preciso sentir e ver
As coisas lindas da vida
No cantar dos passarinhos
E num gesto de carinho
A verdadeira alegria.
(Wagner Lugate)
1 de agosto de 2012
Saúde Global no Facebook
Conheça, "curta" e acompanhe as publicações da página
Saúde Global - Espaço Terapêutico
no Facebook.
Imagens e frases que despertam a sensibilidade e inspiram o autoconhecimento
7 de março de 2012
Ansiedade
O que é Ansiedade
Ansiedade é o conjunto de reações orgânicas, psicológicas e comportamentais que antecedem situações de perigo real ou imaginário. Em tempos remotos, quando as organizações sociais humanas ainda eram primitivas, as situações de perigo eram aquelas em que a vida estava em risco, mas com o passar do tempo, outras situações foram também sendo interpretadas como perigo. Assim, hoje, o risco de perdas afetivas, de status, de reconhecimento, entre outras, também constitui fonte de grande ansiedade. Trata-se de uma expectativa negativa, uma situação de apreensão, de receio de que algo ruim irá acontecer.
Ansiedade normal e patológica
É importante compreender que Ansiedade não é sempre sinônimo de problemas emocionais ou orgânicos. Há situações na vida em que ela é necessária e positiva. Em situações que envolvem adaptação ou preservação da vida, ela predispõe a pessoa para a luta e a superação de dificuldades. Essa reação é normal, saudável e caracterizada pelo aumento da freqüência cardíaca e respiratória, contração muscular e inquietação, entre outras alterações que tiram a pessoa momentaneamente do seu equilíbrio orgânico e mental.
No entanto, a manifestação da Ansiedade pode surgir sem motivo aparente, de forma inadequada ou desproporcional ao perigo existente. Observa-se, então, um quadro de Transtorno de Ansiedade, em que esta é considerada patológica.
A diferenciação entre os dois tipos de Ansiedade tem como base a adequação da resposta frente ao estímulo. A resposta normal é de curta duração, auto-limitada e coerente com a situação enfrentada. Já a resposta patológica é percebida como exagerada ou inapropriada em relação à situação de perigo iminente. A expressão patológica da Ansiedade paralisa o indivíduo, enquanto a resposta normal e positiva promove movimento. Os chamados “Transtornos de Ansiedade” envolvem gasto excessivo de energia psíquica, problemas no contato social e de saúde. Envolvem sintomas como: preocupação excessiva, tremores, sudorese, falta de ar, problemas gástricos e intestinais, insônia, irritabilidade, tensão e dores musculares.
Ainda no contexto da Ansiedade patológica, é importante abordar a “Personalidade Ansiosa”. Trata-se de um transtorno de personalidade caracterizado por sentimentos de tensão, apreensão, inadequação social e inferioridade. Estão presentes, também, o medo da rejeição, da crítica, da desaprovação e dificuldades nas relações interpessoais. Nestes casos, a evitação ou a restrição da vida social funciona como uma defesa, ou seja, uma proteção contra uma possível rejeição. A pessoa tende a ser retraída, desconfiada e possui uma baixa auto-estima.
Transtornos de Ansiedade
- Síndrome do Pânico: Ataques de ansiedade aguda e inesperada, medo de morrer, de perder o controle e de enlouquecer.
- Fobias Específicas: Reação frente a um objeto ansiógeno específico como lugares altos, ambientes fechados, insetos, ...
- Fobias Sociais: Medo de expor-se, de situações sociais, de críticas, avaliações, ...
- Transtorno Obsessivo-Compulsivo: Caracterizado por pensamentos obsessivos e/ou atos compulsivos recorrentes. São observados comportamentos ritualísticos ou superticiosos que são desenvolvidos inconscientemente na tentativa de controlar sentimentos e pensamentos geradores de grande ansiedade.
- Estresse Pós-Traumático: Resposta tardia a uma situação estressante de natureza ameaçadora ou catastrófica, que tenha colocado em risco a integridade ou a vida.
- Transtorno de Ansiedade de Separação: Ansiedade excessiva, vivida principalmente na infância e na adolescência, em função do afastamento de pais, substitutos ou cuidadores. Medo que algo aconteça consigo ou com aqueles que se afastaram.
Causas da Ansiedade patológica
Assim como em grande parte das doenças, as causas da Ansiedade revelam uma interação entre fatores orgânicos, emocionais e ambientais (cultura, educação, ...). Entre eles, se destacam:
- Fatores genéticos (cientistas já descobriram genes ligados à ansiedade por interferirem na ação de neurotransmissores como a dopamina. Estudos mostram que gêmeos monozigóticos compartilham sintomas de ansiedade em maior porcentagem em relação aos gêmeos dizigóticos)
- Fatores genéticos (cientistas já descobriram genes ligados à ansiedade por interferirem na ação de neurotransmissores como a dopamina. Estudos mostram que gêmeos monozigóticos compartilham sintomas de ansiedade em maior porcentagem em relação aos gêmeos dizigóticos)
- Desequilíbrios neuroquímicos (apesar de tipos diferentes de ansiedade apontarem características neurológicas também diferentes, o baixo nível do neurotransmissor GABA constitui uma das principais causas orgânicas deste transtorno)
- Problemas hormonais (distúrbios da tireóide, distúrbios relacionados com o estresse, ...)
- Substâncias químicas (efeito do uso de drogas, medicamentos e de exposição a toxinas)
- Situações traumáticas (fatos geradores de estresse agudo e grande sofrimento psíquico)
- Cognições negativas (conceitos negativos desenvolvidos sobre si e o mundo)
- Conflitos de auto-estima (medo de não ser aceito, de não atender a expectativa do outro, ...)
- Conflitos de ordem moral (frutos de impulsos hostis e sexuais considerados inaceitáveis)
1 de fevereiro de 2012
Projeto Educação Consciente
Esta é uma proposta de intervenção junto a pais e educadores de crianças em idade pré-escolar, com o intuito de acolher e qualificar aqueles que se ocupam da infância, trazendo informações acerca dos principais temas que permeiam o desenvolvimento motor, cognitivo, afetivo e social da criança de 0 a 6 anos.
11 de janeiro de 2012
Terapia do perdão
É neste contexto que a Terapia do Perdão surge como forte aliada na superação de quadros depressivos. Quando a causa é a mágoa, a raiva é superada pelo perdão e quando o problema é a culpa, a eliminação da raiva envolve o auto-perdão.
Por definição, perdão significa a remissão da culpa ou da pena. No entanto, esta conduta terapêutica encontra dois grandes obstáculos culturais. Na infância, normalmente aprende-se que se deve perdoar aos outros, mas a prática do perdão fica associada ao esquecimento da ofensa e à anulação da raiva, o que parece utópico e contrário ao processo de amadurecimento emocional. Também, não é ensinado que as pessoas às vezes precisam perdoar a si mesmas. Então, como colocar o perdão em prática de forma eficiente? O que falta ao ser humano para que essa atitude seja facilitada?
Observa-se que tanto o perdão quanto o auto-perdão requerem uma expansão na forma de perceber a si, o outro e a vida. O ato de perdoar é dificultado pela visão egocêntrica de que a culpa é exclusivamente do outro. É preciso compreender que estamos sempre conectados mentalmente ao que nos acontece, mesmo que de forma inconsciente. Isto nos faz co-criadores de todas as situações em que nos envolvemos e, portanto, co-responsáveis também. Assim, fica superada a idéia de que somos vítimas de alguém ou de alguma situação.
Outro aspecto importante é desenvolver um olhar de empatia e compaixão, no qual é possível perceber os sentimentos, as dores e as dificuldades que moveram o comportamento da outra pessoa, exercitando a habilidade de compreender o outro.
Já o auto-perdão encontra barreiras na auto-crítica elevada, na rigidez, no perfeccionismo e na falta de coragem para enfrentar a situação pela qual se condena. É necessário que aquele que carrega culpa entenda que ela deve ser transformada em responsabilidade, evitando a inércia e o martírio, abrindo espaço para a reparação do erro cometido ou mesmo para um novo entendimento do fato.
O ser humano, às vezes, age de forma dura e implacável consigo e com o outro e a compreensão de que somos todos aprendizes do viver, de que os erros e os acertos compõem a estrada do crescimento, gera mais tolerância e favorece a prática do perdão.
Pode-se dizer que o perdão é libertador, que alivia a consciência, traz alegria, movimenta energias positivas, restaura a auto-estima e é capaz de livrar o Ser da depressão. Que possamos nos olhar com mais carinho e respeito, estando dispostos a perdoar e a recomeçar sempre que preciso, com a cabeça erguida e a certeza de que a felicidade é fruto de uma consciência limpa e em paz.
A seguir você encontra a letra e a música de Maurício Duboc, inspirada no Ho'oponopono, técnica de auto-cura desenvolvida pelo psicólogo havaiano Dr. Ihaleakala Hew Len, que tem como base o perdão.
A seguir você encontra a letra e a música de Maurício Duboc, inspirada no Ho'oponopono, técnica de auto-cura desenvolvida pelo psicólogo havaiano Dr. Ihaleakala Hew Len, que tem como base o perdão.
Se acolho o que meu ego vê
Ou se vejo algum mal em você
Sinto muito... me perdoe
Te amo... Sou grato...
Se endosso o que não é real
Se acredito que existe o mal
Sinto muito... me perdoe,
Te amo... sou grato...
Se esqueço que sou Infinito
Se dou crédito a qualquer delito
Sinto muito... me perdoe,
Te amo... sou grato...
Se a mente que mente é do ego
Se o medo ainda me deixa cego
Sinto muito... me perdoe
Te amo... sou grato...
Se esqueço de que somos Um
Não percebo o que nos é comum
Sinto muito... me perdoe,
Te amo, sou grato...
Se em seus olhos não consigo me ver
Se ainda creio que preciso sofrer
Sinto muito... me perdoe,
Te amo... sou grato...Te amo...(Maurício Duboc)
Ou se vejo algum mal em você
Sinto muito... me perdoe
Te amo... Sou grato...
Se endosso o que não é real
Se acredito que existe o mal
Sinto muito... me perdoe,
Te amo... sou grato...
Se esqueço que sou Infinito
Se dou crédito a qualquer delito
Sinto muito... me perdoe,
Te amo... sou grato...
Se a mente que mente é do ego
Se o medo ainda me deixa cego
Sinto muito... me perdoe
Te amo... sou grato...
Se esqueço de que somos Um
Não percebo o que nos é comum
Sinto muito... me perdoe,
Te amo, sou grato...
Se em seus olhos não consigo me ver
Se ainda creio que preciso sofrer
Sinto muito... me perdoe,
Te amo... sou grato...Te amo...(Maurício Duboc)
30 de novembro de 2011
Atividade física no combate à Depressão
O tratamento da Depressão, para que possa trazer bons resultados, além de contar com recursos das áreas médica e psicológica, requer sempre o empenho, ou seja, o comprometimento do deprimido com a sua melhora. Entre as atribuições do paciente no processo de recuperação está a prática de atividades físicas.
Conhecimentos no campo da fisiologia, da psicanálise e da bioenergética permitem afirmar que são muitos os benefícios que a atividade física pode trazer ao tratamento do Transtorno Depressivo:
LIBERA ENDORFINA: Este hormônio é responsável pela sensação de bem-estar.
EXPANDE A RESPIRAÇÃO: Favorece o fluxo da bioenergia e oxigena melhor o cérebro, melhorando o desempenho de suas funções.
CORRIGE A POSTURA CORPORAL: Os exercícios de alongamento e a atividade física em si tendem a melhorar o alinhamento da coluna e levantar a cabeça, redirecionando o olhar que antes era voltado para baixo e negativamente introspectivo e agora é erguido e passa a perceber o mundo que está em volta e o horizonte, possibilitando a atitude de olhar para frente e mentalizar objetivos a serem alcançados.
MELHORA A SOCIALIZAÇÃO: As atividades realizadas em equipe ou na presença de outras pessoas tendem a tirar o deprimido do isolamento em que comumente se encontra.
AUMENTA A CAPACIDADE CARDIO-RESPIRATÓRIA: A maior resistência física traz a sensação de capacidade e faz diminuir o desânimo, próprio dos quadros depressivos.
COMBATE O ESTRESSE: Estudos revelam que, em muitos casos de depressão, o Cortisol, hormônio ligado ao estresse, encontra-se em níveis elevados.
INTENSIFICA A FORÇA DE VONTADE: O esforço que é feito para se concluir a atividade física trabalha os sentimentos de perseverança, auto-superação e bom ânimo, além de refletir positivamente na auto-estima.
DESPERTA O ESPÍRITO DE LUTA: A agressividade positiva, necessária para se manter na vida, é estimulada por muitos esportes, construindo uma atitude firme e determinada, com foco na superação, trabalhando também a concentração e a objetividade.
REVITALIZA O CORPO E A MENTE: Exercícios que envolvem o ato de pular fazem fluir a bioenergia, provocando um estado de excitação psíquica capaz de combater a sensação de desânimo presente nos quadros depressivos.
EXTERNALIZA A RAIVA: Uma das maiores causas psicológicas da depressão é a dificuldade em lidar com a raiva. Ela pode ser reprimida, levando à dessensibilização do corpo e da mente, ou ser direcionada contra a própria pessoa em situações de culpa, favorecendo em ambos os casos o surgimento do transtorno depressivo. Atividades que envolvem esforço, luta corporal, chutes, gritos, socos, raquetadas e outras que exigem atitude e energia podem contribuir para a externalização da raiva de forma positiva (com regras), fazendo fluir a energia bloqueada e aliviando a angústia existente.
É bom ressaltar que as atividades físicas constituem um importante apoio no tratamento da depressão, não substituindo os recursos médicos, psicoterápicos e a imprescindível mudança de postura do deprimido diante da vida.
É bom ressaltar que as atividades físicas constituem um importante apoio no tratamento da depressão, não substituindo os recursos médicos, psicoterápicos e a imprescindível mudança de postura do deprimido diante da vida.
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